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Por que caminhos andas tu? Oiço os teus passos, mas nunca a tempo suficiente para os acompanhar.
Andarás assim tão longe de mim ou já nos cruzámos nalgum recanto familiar? Talvez estejas já ao virar da esquina, mas como sei que não faltam milhares de passos até te encontrar?
Que número calças tu? Sabias que os tamanhos dos sapatos têm a ver com o tamanho de grãos de cevada ou queres que finja que não o sei, para o poder descobrir contigo?
Espero que venhas de ténis, dos que dão jeito para correr. E se assim não for, que saibas tirar os sapatos e andar por casa de pés nus.
Por favor, deixa-me andar descalça! Eu sei que fico com os pés encardidos mas gosto tanto de sentir com a planta dos pés. Por isso finge comigo que, o facto de termos de dar uso ao bidé, é desculpa suficiente.
Diz-me se te vou encontrar num dia solarengo, para que leve os meus melhores óculos ou se num dia frio, no qual levarei o meu casaco cheio do teu cheiro, para casa, depois de to ter emprestado.
Conta-me, de uma forma ou de outra, qual é a tua música favorita, para que a possa cantarolar por aí ou a cor de caneta com que mais gostas de escrever, para ta oferecer se ma pedires por acaso, ou talvez me possas contar quando vais precisar de uns trocos, para me oferecer a pagar-te um café numa qualquer pastelaria.
Espera, não, não me contes nada. Não podemos saber nada disso.
Não sei por onde andas, e tu também não sabes a data exata em que te vais cruzar comigo.
Mas sei que vamos querer escrever a história toda, completa, antes de saltarmos para o final feliz.
Andarás assim tão longe de mim ou já nos cruzámos nalgum recanto familiar? Talvez estejas já ao virar da esquina, mas como sei que não faltam milhares de passos até te encontrar?
Que número calças tu? Sabias que os tamanhos dos sapatos têm a ver com o tamanho de grãos de cevada ou queres que finja que não o sei, para o poder descobrir contigo?
Espero que venhas de ténis, dos que dão jeito para correr. E se assim não for, que saibas tirar os sapatos e andar por casa de pés nus.
Por favor, deixa-me andar descalça! Eu sei que fico com os pés encardidos mas gosto tanto de sentir com a planta dos pés. Por isso finge comigo que, o facto de termos de dar uso ao bidé, é desculpa suficiente.
Diz-me se te vou encontrar num dia solarengo, para que leve os meus melhores óculos ou se num dia frio, no qual levarei o meu casaco cheio do teu cheiro, para casa, depois de to ter emprestado.
Conta-me, de uma forma ou de outra, qual é a tua música favorita, para que a possa cantarolar por aí ou a cor de caneta com que mais gostas de escrever, para ta oferecer se ma pedires por acaso, ou talvez me possas contar quando vais precisar de uns trocos, para me oferecer a pagar-te um café numa qualquer pastelaria.
Espera, não, não me contes nada. Não podemos saber nada disso.
Não sei por onde andas, e tu também não sabes a data exata em que te vais cruzar comigo.
Mas sei que vamos querer escrever a história toda, completa, antes de saltarmos para o final feliz.
não fiz nada pessoal :p
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