from sheets to sound
Como cresce um mero pensamento pontual para se tornar algo insuportável de transportar?
Onde é que podemos escolher? Onde é que está o botão para cancelar essa evolução?
Não me digam que não há nada a fazer, não me digam que, por mais que queiramos, não conseguimos controlar, um pequeno pensamento que começa a germinar.
Que borracha se usa? Onde está o Ctrl-Z? Porque é que ninguém faz nada? Será que ninguém vê?
E depois de estar pensado, e depois de doer nas costas, quando é que é real?
Recuso-me a abrir a boca e dar vida a uma ideia que era tão banal.
Porque nos doi na garganta? Porque é que está sempre na ponta dos nossos dedos?
Preciso de uma resposta, eu quero saber: como se pára um pensamento antes dele viver?
Onde é que podemos escolher? Onde é que está o botão para cancelar essa evolução?
Não me digam que não há nada a fazer, não me digam que, por mais que queiramos, não conseguimos controlar, um pequeno pensamento que começa a germinar.
Que borracha se usa? Onde está o Ctrl-Z? Porque é que ninguém faz nada? Será que ninguém vê?
E depois de estar pensado, e depois de doer nas costas, quando é que é real?
Recuso-me a abrir a boca e dar vida a uma ideia que era tão banal.
Porque nos doi na garganta? Porque é que está sempre na ponta dos nossos dedos?
Preciso de uma resposta, eu quero saber: como se pára um pensamento antes dele viver?
Um dia pensei isso, ainda penso. Cheguei à conclusão que devo aceitar tudo o que penso, tudo o que acho e tudo o que sinto, porque existe é real. Não posso fugir de mim próprio, não posso parar, não há CTRL Z. Penso, aceito, reflito, guardo e faço ENTER, avanço para o que quero, para o que quero pensar.
ResponderEliminarNão sei.