cheiro_da_chuva.mp3
"A água não tem cheiro": aprendemos bem pequeninos mas a chuva, essa já o tem, não um mas vários, que vamos notando aos pouquinhos.
Começa por nos cheirar ao fim do calor, ao adeus à roupa fresca, quando abrindo bem o nariz, nos cheira às camisolas quentinhas e aos casacões guardados nos armários.
Depressa nos chega o aroma do fim das brincadeiras no exterior, mas vem com ele também o cheirinho a conversas memoráveis, acompanhadas de um chá, no interior.
Interior esse em que também se sente o cheiro da chuva quando acendemos lareiras para nos aquecermos ou nos tapamos com mantas velhas, tão boas que servem para adormecermos.
É então que nos chega uma brisa de tempestade, grande e assustadora, porém arrasta consigo o cheiro de nos enrroscarmos em alguém para nos protegermos.
Quando doentes, a chuva cheira-nos a torradas e a leite com chocolate, preparados por um amigo ou uma mãe que nos dá um beijinho de melhoras.
Por vezes a chuva cheira mal. Cheira a guarda-chuva e ao seu irritante peso que, sem pesar, vai pesando. No entanto, se nos livrar-mos dele, a chuva cheira a sorrisos à chuva, a cabelos molhados e a recordações de molhas!
Mais tarde a chuva traz-nos um perfume familiar, adormecido. É o perfume de Natal que pensávamos ter esquecido. Cheira a luz e a alegria e com o cheiro, a chuva traz-nos também a sua magia.
Sem o cheiro da chuva, como ouvi dizer um dia destes, não sentiamos falta do cheiro que aparece com os primeiros raios de sol!
Este foi pelo incentivo da
Começa por nos cheirar ao fim do calor, ao adeus à roupa fresca, quando abrindo bem o nariz, nos cheira às camisolas quentinhas e aos casacões guardados nos armários.
Depressa nos chega o aroma do fim das brincadeiras no exterior, mas vem com ele também o cheirinho a conversas memoráveis, acompanhadas de um chá, no interior.
Interior esse em que também se sente o cheiro da chuva quando acendemos lareiras para nos aquecermos ou nos tapamos com mantas velhas, tão boas que servem para adormecermos.
É então que nos chega uma brisa de tempestade, grande e assustadora, porém arrasta consigo o cheiro de nos enrroscarmos em alguém para nos protegermos.
Quando doentes, a chuva cheira-nos a torradas e a leite com chocolate, preparados por um amigo ou uma mãe que nos dá um beijinho de melhoras.
Por vezes a chuva cheira mal. Cheira a guarda-chuva e ao seu irritante peso que, sem pesar, vai pesando. No entanto, se nos livrar-mos dele, a chuva cheira a sorrisos à chuva, a cabelos molhados e a recordações de molhas!
Mais tarde a chuva traz-nos um perfume familiar, adormecido. É o perfume de Natal que pensávamos ter esquecido. Cheira a luz e a alegria e com o cheiro, a chuva traz-nos também a sua magia.
Sem o cheiro da chuva, como ouvi dizer um dia destes, não sentiamos falta do cheiro que aparece com os primeiros raios de sol!
Este foi pelo incentivo da


Gostaste de o escrever e eu adorei lê-lo. Está awesome! :)
ResponderEliminarSimplesmente lindo!!!!!!!!!!!!
ResponderEliminargosto especialmente da ideia do guarda-chuva. que realmente pesa!
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