Shh
Quebrar um silêncio, com o qual nos habituamos a viver, é uma tarefa árdua, dura e difícil de começar.
Habituamo-nos ao silêncio porque é confortável e aceitável. Tornamo-nos sedentários, preguiçosos, à espera de um dia melhor, sem sequer nos esforçarmos para que tal aconteça.
Aí julgamos ser felizes, na nossa ausência de som, no mundo isolado que criamos construindo muros à nossa volta. Não deixamos janelas para que não entre nada, fazemos um tecto para que nada nos caia em cima e fechamos bem a porta, seguros da resistência daquela felicidade postiça.
E então, vindo de uma qualquer brecha mal calafetada, ouvimos um som. Claro, confiante e corajoso o suficiente para atravessar o mais duro dos muros. Um som que nos faz reavaliar todo aquele monstruoso túmulo que criámos à nossa volta durante tanto tempo.
Reorganizamo-nos, olhamo-nos de uma nova perspectiva e chegamos com alguma facilidade à decisão de partir tudo à nossa volta.
Incomoda-nos a falta dos sons que ficariam bem perto daquele pequenino som e tornamo-nos claustrofóbicos, quando, quase surdos de tanta vontade, abrimos a porta.
Então vamos para um qualquer parque infantil, numa bonita tarde de sons radiantes e gritamos bem alto quebrando todas as barreiras e abraçando o novo mundo harmonioso e pelo qual tanto lutámos.
Este foi pelo incentivo da
Habituamo-nos ao silêncio porque é confortável e aceitável. Tornamo-nos sedentários, preguiçosos, à espera de um dia melhor, sem sequer nos esforçarmos para que tal aconteça.
Aí julgamos ser felizes, na nossa ausência de som, no mundo isolado que criamos construindo muros à nossa volta. Não deixamos janelas para que não entre nada, fazemos um tecto para que nada nos caia em cima e fechamos bem a porta, seguros da resistência daquela felicidade postiça.
E então, vindo de uma qualquer brecha mal calafetada, ouvimos um som. Claro, confiante e corajoso o suficiente para atravessar o mais duro dos muros. Um som que nos faz reavaliar todo aquele monstruoso túmulo que criámos à nossa volta durante tanto tempo.
Reorganizamo-nos, olhamo-nos de uma nova perspectiva e chegamos com alguma facilidade à decisão de partir tudo à nossa volta.
Incomoda-nos a falta dos sons que ficariam bem perto daquele pequenino som e tornamo-nos claustrofóbicos, quando, quase surdos de tanta vontade, abrimos a porta.Então vamos para um qualquer parque infantil, numa bonita tarde de sons radiantes e gritamos bem alto quebrando todas as barreiras e abraçando o novo mundo harmonioso e pelo qual tanto lutámos.
Este foi pelo incentivo da
Quebrar silêncios com as palavras certas, por vezes é muito difícil. Acontece que muitos de nós preferem o então permasnecer no tal silêncio confortável.
ResponderEliminarAfectos e Dúvidas - vi-te na Fábrica :)
*perferem então permanecer
ResponderEliminar(desculpa a trapalhada, foi a pressa)
e a historia de Alice, lá continua....
ResponderEliminarno
... continuando assim...
mais logo, um novo capítulo
um obrigada a quem segue (porque só vale a pena assim).
Um especial convite, para quem ainda não mergulhou naquela história.
...é só uma história, apenas isso.
obrigada
e até logo
Bj
teresa
Quando li o nome do post o que me ocorreu foi isto:
ResponderEliminarit's. oh. so quiet
it'a oh. so still
you're all alone
and so peaceful until...
you fall in love
zing boom
the sky up above
zing boom
is caving in
wow bam
you've never been so nuts about a guy
you wanna laugh you wanna cry
you cross your heart and hope to die
fofo não?
credo depois de 3 tentaivas falhadas e quando já estava mesmo mesmo a desistir de comentar o um post teu pela 4 vez, eis senão quando, CONSEGUI.... YYYYYEEEEEIIIIIII!!!!!!!
ResponderEliminarufa que trabalheira. ;-)
Fia gosto do silêncio, de estar comigo própria, sozinha, para pensar. Calar-me é coisa impossível porque está-me no sangue, não sou comodista neste ponto. Beijinhos
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